2 de dezembro de 2014

Brilho nos olhos!

Agora aqui, um pouco inquieta, mas serena, sem meu sonífero, tentando dormir.
Paro, penso em tantas coisas, tantos desafios, tantas passagens e digo:
--Meu Deus, com o Tu és grande!

Aqui, ainda inquieta, refletindo sobre todos os caminhos que ando trilhando, toda sabedoria que tento assimilar, todas as parábolas que tenho ouvido e todas as experiências que venho conquistando, penso mais uma vez:
--Meu Deus, como Tu me deixaste mais forte!

Quero retomar meu sorriso antigo, voltar a ser criança nas horas vagas, sentir prazer em apenas respirar! Quero meu brilho nos olhos novamente, meu batom vermelho, meu sorriso no rosto, minha coragem de enfrentar o mundo! E digo:
--Eu consigo!

Não preciso apagar nada do passado, tudo me serviu de experiência!
Não preciso que a "lei da Gravidade" retome minha anatomia! kkk
Só preciso estar bem!
E estou pouco a pouco conquistando. E fico muito feliz por perceber que estou conseguindo!
Trabalhar com a Espiritualidade (que já expliquei AQUI) me faz muito bem!

Tá vendo essa aí abaixo? Sou EU!!!
Bora transformar, equilibrar, transmutar... com muita chama violeta!
Namastê






Tomara que os olhos de inverno das circunstâncias mais doídas não sejam capazes de encobrir por muito tempo os nossos olhos de sol. 

Que toda vez que o nosso coração se resfriar à beça, e a respiração se fizer áspera demais, a gente possa descobrir maneiras para cuidar dele com o carinho todo que ele merece. 

Que lá no fundo mais fundo do mais fundo abismo nos reste sempre uma brecha qualquer, ínfima, tímida, para ver também um bocadinho de céu. 

Tomara que os nossos enganos mais devastadores não nos roubem o entusiasmo para semear de novo. 

Que a lembrança dos pés feridos quando, valentes, descalçamos os sentimentos, não nos tire a coragem de sentir confiança. 

Que sempre que doer muito, os cansaços da gente encontrem um lugar de paz para descansar na varanda mais calma da nossa mente. 

Que o medo exista, porque ele existe, mas que não tenha tamanho para ceifar o nosso amor. 

Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. 

Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso. 

Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes. 

Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito. 

Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. 

Tomara que apesar dos apesares todos, dos pesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz. 

Tomara.

Ana Jácomo

2 comentários:

Anônimo disse...

dorei!! bjknhas com muita saudades.Ju

Samara Batocchio disse...

Saudades tbem Ju! bjk

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