4 de dezembro de 2014

Blindagem

Entre cá e lá, devaneios, consciência, inconsciência, percebendo os conflitos do dia, digo... nada é estável.
Sim, temos que buscar o ponto de equilíbrio. Mesmo com tanta experiência sendo adquirida confesso: é muito difícil!

As vezes tenho uma imensa vontade de chorar, mas não consigo.
Tento colocar um filme comovente, mas não me esvazio completamente o mar de choros.
Penso as vezes que um colo macio seria o ideal.

Mas... nem sempre dá. As pessoas não estão disponíveis assim tão fácil.

Nascemos sozinhos, morreremos sozinhos.... Essa é a realidade.
A lei é cada um por si e cada um por si!!!!

Então o que fazer?

Procurar uma pessoa agradável pra conversar.
Mas quem?
Quem não interferirá negativamente nas conversas?
Tenho que me blindar extremamente o tempo todo?
Não, não é possível isso.

Quero a naturalidade, sem maldade, sem interesses, sem armadura!
Não quero mais me sentir engessada. Com um revolver na cintura, uma faca na bota, e um colete a prova de balas.

Quero viver!
Brilho nos olhos!

Namastê

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