30 de abril de 2009

Poemas

Ele se ri, da minha loucura. Dos excessos e exageros do meu bem querer. Gargalha do samba no pé. E duvida da existência e da esperança. mas não duvida de mim, que sei bem. Apenas ri. Feito homem vivido diante de menina mimada. Mal sabe que ainda e preciso viver tanto , pra entender o que já sei. Não crê no mundo. E evita o impossível. Não dança. Não canta. E limita os próprios sonhos. E das coisas boas, só faz poesia. Mas finge que prefere os dias cinzas. Não pra mim. Porque eu menina, sei tanto. Tanto. Não me enganas, moço. E preciso cambalear para saborear-te. E de vida, lambo os beiços. E de ti ainda mais. E para que saibas, prefiro os dias coloridos, de verde e rosa, como Porta bandeira que vibra, roda e sorri. Porque sem samba, meu caro, não da!

Juliana Marques

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